terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Turma Intel Educar Fundamentos Básicos 2014



Curso Intel Educar – Fundamentos Básicos 2014

Aconteceu no dia 21/11 o último encontro presencial do Curso Intel Educar – Fundamentos Básicos. 
O Programa Intel Educar Fundamentos Básicos tem como objetivo auxiliar os professores da rede a adquirir conhecimentos básicos de tecnologia e desenvolver abordagens de ensino-aprendizagem para o Século XXI e contou com o estudo de 12 módulos adaptados para as necessidades da escola.
Parabéns aos professores concluintes!
Agradeço por investirem seu tempo e energia neste curso!


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Tecnologia ajuda ou atrapalha?

Excelente matéria sobre o uso das tecnologias e rede sociais publicada na Revista Nova Escola!

Então, qual é a sua opinião?

http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/tecnologia-ajuda-ou-atrapalha-795729.shtml

Fontes:
http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/tecnologia-ajuda-ou-atrapalha-795729.shtml
http://assessoria.vrc.puc-rio.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=77&infoid=37565

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O uso da tecnologia no cotidiano escolar

Boas práticas


Professora de ciências na Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho, em Campo Bom, região metropolitana de Porto Alegre, Margarida Telles da Cruz avalia as tecnologias como ferramentas importantes para sensibilizar os alunos e capazes de “fazer mágicas” quando associadas a uma boa pedagogia. “Nossos alunos são nativos digitais e já não podem aprender apenas dentro da sala de aula ou fechados em uma biblioteca ou laboratório de informática, com programas de busca na internet”, diz Margarida.
Para a professora, que dá aulas a três turmas do sexto ano e a duas do nono, é necessário levar os estudantes a ter contato com diferentes ambientes para conhecer os diversos ecossistemas, aprender sobre a história desses locais, verificar se está ocorrendo depredação e saber como preservá-los.
De acordo com Margarida, as tecnologias da informação e comunicação (TIC) permitem aos estudantes divulgar fotos, vídeos, relatórios e ações, além de compartilhar com a comunidade questões relacionadas a qualidade e quantidade de água do rio ou à função dos banhados. “Os alunos são desafiados a ir além de respostas simples, a sair dos muros da escola, a desenvolver habilidades de pensar criticamente e a resolver problemas do dia a dia”, destaca.
“Nas saídas de campo, ao filmar, fotografar, observar e comparar, os estudantes podem ter uma nova relação com o ambiente, fazer mapeamento e minimizar de impactos como depósitos de lixo, falta de mata ciliar, assoreamento e erosão”, diz a professora. “Além disso, podem trocar informações, pesquisar, discutir, formular e testar hipóteses e tirar as próprias conclusões.” Margarida salienta que os estudantes, ao se apropriarem desse conhecimento, vão se sentir parte da natureza e descobrir razões para a preservação.
Prêmio — Há 27 anos no magistério, com licenciatura plena em biologia, licenciatura curta em ciências e pós-graduação em gestão regional de recursos hídricos, Margarida foi uma das vencedoras da sétima edição do Prêmio Professores do Brasil, com o projeto Eco Web. Premiado na subcategoria Educação Digital Articulada ao Desenvolvimento do Currículo, o projeto usa as TIC como ferramentas para sensibilizar as pessoas sobre a importância de agir de forma sustentável visando à preservação e à conservação dos diferentes ecossistemas.
Criado em 2011, o trabalho ainda é desenvolvido. “O projeto está alicerçado em questões como sensibilização, reeducação, comprometimento e mudança de comportamento, o que deve ser retomado constantemente”, justifica a professora.
O projeto envolve alunos da escola, do maternal ao nono ano do ensino fundamental, e de outras unidades de ensino do município, além de grupos de professores, por meio de agendamento. Inclui ainda estudantes com deficiência. “Trabalhamos com alunos que apresentam diferentes níveis de aprendizagem. Uns ajudam os outros e todos se sentem valorizados”, relata a professora. “Usando diferentes tecnologias associadas à sustentabilidade, todos aprendem (dentro de suas limitações) e ensinam os colegas.”
De acordo com Margarida, alunos que muitas vezes não conseguem escrever na sala de aula ou têm dificuldades de acompanhar a turma aprendem com maior facilidade a partir da vivência em práticas de campo. “Com o auxílio de tecnologias, eles podem dar contribuição oral na hora de fazer um relatório, um vídeo, de ajudar na escolha das fotos. Todos se sentem valorizados”, garante.
Os estudantes usam ferramentas tecnológicas como tablets, smartphones, binóculos, filmadoras, equipamento de GPS e máquinas digitais. Todo o material produzido é postado nas redes sociais — facebook, blogues e twitter do Eco Web. “A partir das vivências no Eco Web, consideramos que não temos alunos com problemas de aprendizagem, mas crianças e adolescentes que aprendem de formas e em ritmos diferentes”, analisa a professora. Ela ainda coordena outros projetos: o Dourado, em parceria com o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos (Comitesinos) e com a prefeitura, e o projeto Conhecendo os Banhados. (Fátima Schenini)

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Construção de vídeos

Olá professores!

Vocês conhecem o editor de vídeo do Youtube?

Acessem e vejam como é simples. Muito parecido com o Movie Maker.

https://www.youtube.com/editor

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Aplicativo brasileiro ajuda crianças cegas a aprender matemática

Desenvolvido na Unicamp, o MiniMatecaVox é um recurso extra e interativo para educadores ensinarem a disciplina

As tecnologias digitais já se consolidaram como importante ferramenta para a inclusão de pessoas com deficiência e o Brasil não tem ficado para trás quando o assunto é a criação de aplicativos: em março de 2013, o app alagoano Hand Talk venceu o prêmio WSA-Mobile, um dos maiores do mundo sobre tecnologias móveis.

Agora é a vez do MiniMatecaVox, desenvolvido na Unicamp pelo tecnólogo em informática Henderson Tavares de Souza e que deve auxiliar crianças deficientes visuais no aprendizado de matemática. Voltado para alunos com idade em torno de seis anos, o app traz uma série de atividades que não têm o intuito apenas de ensinar a disciplina, mas também promover a inclusão digital e a recreação.

Executado por meio de comando de voz, o aplicativo é simples de se usar e conta com vozes de crianças da mesma idade para tornar a experiência mais agradável e motivadora.

Segundo Henderson, a ideia para a criação do MiniMatecaVox surgiu de pesquisas que indicaram a carência de ferramentas especializadas no ensino de matemática para cegos. Seu estudo mapeou que 80% das escolas brasileiras ainda dependem de recursos visuais para o ensino, o que gera uma barreira para os mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual no país, segundo dados do IBGE.

Mas é importante ressaltar que o software deve ser usado como um recurso complementar às aulas presenciais escolares. Com cerca de 300 atividades, ele traz um banco de 20 aulas que são executadas em duas horas cada uma, em média. Henderson explica que a programação da ferramenta foi pensada para que o estudante, guiado pelo educador, possa realizar as atividades que estão ligadas a um livro didático recomendado pelo Ministério da Educação (MEC).

Agora, o MiniMatecaVox é um dos 80 aplicativos do banco do sistema operacional Dosvox, também criado no Brasil, desenvolvido para que deficientes visuais possam utilizar o computador, baseado completamente em comandos de voz.

E para quem tem ideias inovadoras de aplicativos para ajudar as pessoas, confira o programa Campus Mobile para jovens empreendedores que querem transformar o mundo através das tecnologias. As inscrições estão abertas até o dia 31 de outubro.


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Inscrições para o curso Windows na Sala de aula


Divulgando !!!

Estão abertas as inscrições para o curso do Programa Microsoft/Mstech “Windows na sala de aula” em parceria com a EFAP/SEE.
O curso deverá ser realizado fora do horário de trabalho do professor que receberá certificado válido para Evolução Funcional.

Curso Microsoft/Mstech – Windows na sala de aula
Público-alvo: Quadro do magistério
Início: Outubro/14
Carga Horária: 60 horas à distância

Conteúdo do curso:
Módulo de apresentação do curso; preparando-se para a Educação 3.0; comunicação e colaboração ampliando o espaço escolar; a mobilidade facilitando a aprendizagem – desenvolvendo projetos com o apoio da nuvem; alunos pesquisadores e autores de conteúdos interativos; aprendendo e ensinando com games e divulgação do projeto.

Objetivos: Apresentar possibilidades de uso das tecnologias digitais e das ferramentas Microsoft no contexto educacional; possibilitar a vivência de experiências de aprendizagem colaborativa com uso das tecnologias digitais; discutir estratégias para inovação pedagógica, por meio de atividades de pesquisa, comunicação e socialização online.

 As inscrições deverão ser realizadas até o dia 24/09 através do link: